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Poética da alma

Criei este espaço completamente livre com o motivo de mostrar que é possível dar voz ao pensamento liberto na verdadeira expressão do espírito e da alma e as suas paixões! Um sonho inspirado em liberdade e amor.

Poética da alma

Criei este espaço completamente livre com o motivo de mostrar que é possível dar voz ao pensamento liberto na verdadeira expressão do espírito e da alma e as suas paixões! Um sonho inspirado em liberdade e amor.

Se as árvores da cidade não se misturassem (com o que sinto)

Soltei o pensamento, só para saber, só para saber...

Se me falava de ti, ou do teu sorriso!

Soltei-o a medo, sempre na dúvida e sem me perder

na lembrança de ti, do teu olhar silencioso...

Que me falava de tudo o que se extinguiu pelas palavras.


Se ao olhar as árvores da cidade , elas me falassem de ti uma vez.

Mas não, só o silêncio, e um apelo à meditção  

Tornei a soltar o pensamento, só para dar vez ao instante 

que reclamava algum sinal que desse preparação,

para este diálogo mútuo entre mim e o meu sentimento mais preponderante!


Soltei o pensamento, apenas pelo mais breve momento

Toquei-lhe levemente, num dia de sol ameno.

E sempre que estendia o meu olhar curioso pela cidade

as árvores lá estavam misturadas com a pressa e o medo!

Os seus troncos imponentes, verticais e fortes como a amizade.


Mas insisti nessa luz diferente de libertar o que sinto,

antes de olhar o bilhete de identidade do vazio do lamento

que era a cidade misturada com as árvores e as folhas ao vento...

Tentei fugir ao costume do teu olhar, para saber o segredo do que vou sentindo.

Sem conseguir, tinha certezas, não desistia de dar letras a tão ambíguo sentimento


Se até o azul do imenso céu era novo para mim,

se até já distinguia o ruído do som melodioso,

se já então sentia a coragem de saber o que era estranho e perverso!

Não poderia ter a coragem de encontrar o meu sentir precioso.

Como a força que brota da Primavera, ao cantá-la em verso expresso!


Elas, as árvores tornam o espaço caótico, de preexistência

Em uma metáfora do princípio do paraíso!

A cidade cresceu sem pedir licença, nem escrever aviso.

Mas elas foram mudando de folha e florescendo perante a sua fria indiferença!

Rosamar  Freedom                 

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