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Poética da alma

Criei este espaço completamente livre com o motivo de mostrar que é possível dar voz ao pensamento liberto na verdadeira expressão do espírito e da alma e as suas paixões! Um sonho inspirado em liberdade e amor.

Poética da alma

Criei este espaço completamente livre com o motivo de mostrar que é possível dar voz ao pensamento liberto na verdadeira expressão do espírito e da alma e as suas paixões! Um sonho inspirado em liberdade e amor.

A verdadeira utilização das palavras ( Escrever ) - Criatividade ou, e Imaginação

    A minha experiência de escrita não é uma experiência modelar e muito cuidada porque parto de um princípio criativo e imaginativo. Se perco tempo em imaginação deixo um pouco para trás a preocupação que deveria ter com aquilo que escrevo. Por mais que pense que poderei ter as duas coisas seguras, imaginação e propósito de escrita, há sempre um pouco de um lado que me escapa. É-me impossível ter os requisitos de perfeição de propósito de escrita e máxima criatividade. Mas essa é a verdade da minha escrita, a sua imperfeição porque pretendo que seja, e por que o é, uma escrita autêntica e demasiado humana.

     O que eu escolho quando escrevo é tentar explicar o que quero dizer, o que desejo comunicar com as palavras que vou escolhendo e organizando em frases, que se transformam em períodos, parágrafos e finalmente em texto. 

      A utilização que quero dar às palavras tem origem no seu sentido mais puro e por isso mais lato ( abrangente e sonhador ). Porque criatividade tem todos os signos linguísticos à sua disposição em que adquire a máxima liberdade na própria imaginação, onde não podem existir delimitações que tenham um propósito constrangedor da forma mais pura e livre de expressão de escrita. Tem que existir sempre um espaço em branco, em que não saberei ainda o que se quer imprimir e tornar visível de uma forma o mais possível perfeita e compreensível. Não é uma escrita definitiva, há sempre mais alguma coisa por dizer, há sempre mais um fio condutor para um novo caminho, uma nova improvisação de um novo pensamento.

      É uma escrita de constante mutação , como se se questionasse a si própria, se se desafiasse até á máxima  exaustão, não tem limites de imaginação nem de criatividade. 

Inventa-se a ela própria em constante sedução e enamoramento pelas palavras , dando-lhes uma ênfase de brilhantismo e magia de uma profundidade, que se quer dizível e percebível.