Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

Os valores universais

                                             O amor, como causa maior e universal                                                       

 

Todo o bem reside num valor abrangente.

Um valor, que sendo universal, é esquecido

tornado mundano ou casual é destruído!

A universalidade não é vulgaridade mera,

mas muito mais, é um pensamento clarividente!

 

O amor como arquétipo de salvação.

Num desejo de transição para o tempo vindouro

Caído numa eterna crise de valores sem tesouro!

Como se a vida se tornasse corpórea, finita e sem salvação.

Que ao perder o dom de crer no infinito, destruimos o coração!     

 

A poesia que se dá à ambiguidade

torna tudo o que me rodeia numa teia mágica,

criando um caminho desigual e inventivo...

Que se aloja na necessidade de repor a verdade

de compor a realidade num estado menos obscurecido!

 

E essa necessidade vai abrindo corações,

fechados num ideal perdido em quimeras mil,

que se consomem pela desesperança cruel

Num lugar que subjaz a inacessibilidade subtil

ao verdadeiro dom de amar, sem obstáculos e restrições!

Rosamar  Freedom 

 

publicado por lybelinha às 11:27

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

As faces opostas da Poesia

              Artifício e depuração             

 

Se a poesia faz mover emoções

faz dissertar em linhas de artificioso fulgor,

inventar e recriar mundos diferentes!

Acalentar ilusões e impossibilidades em tom maior...

Implantar sentimentos nas indiferênças vigentes.

 

Também é mestra em depurar a beleza real.

Em tudo o que brota vida existe perfeição!

Se em tudo o que é coisa inanimada

ou já despojada de importância, a poesia lhe cede alma e coração

porque não ser a via para a natureza ocultada?

 

Aos olhos da luz de uns poemas

enleio a minha alma pela terra na busca

de um dia despido de tudo o que o aprisiona.

Não o conheço, pelo que de modo irreal me ofusca...

E eis que o meu olhar poético o vê real e perfeito, enquanto sonha!  

 

                                               Rosamar  Freedom                                 

publicado por lybelinha às 19:52

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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

A palavra poética, imaginativa forma ou o modo real invisível

Por mais que tente

encontrar onde se aloja a semente

de todas estas minhas letras,

que me dão o sentir e tom de poéticas

em infinitos segredos do seu nascer,

me perco e me encontro ao perdê-las!

 

Incontornáveis e despertas insistem

silenciosas deveras se integram

nuns imensos labirintos se movem...

Alojadas numa intinerância se revelam:

Sem destino prévio, são de significância pensante,

numa glória de mistério preponderante e sibilante!

 

Libertas do desuso endeusado,

clamam liberdade de movimento

que jaz na paixão e no sentimento

que sussurra a casualidade do segredo calado,

no intemporal sonho da imaginação ,

que se comove em versos de plena construção!

 

Tudo pode ser motivo poético?

Envolvimento sério e casto, como o primeiro olhar...

Ou o olhar novo, diferente do trivial!

A vida poética do mundo, que olho tão submerso!

Uma lente de dadas dimensões, que desejam ampliar

a perfeita harmonia, que gere o mundo natural terrestre real.

 

Por estas palavras poéticas, a transformação,

num ideal que é a verdade das coisas

e por ser imutável, lhes quebra o encanto!

O ideal espiritual, torna-se real na razão,

que sempre é a inalcançavel perfeição!

O arcaico funcionamento do universo, do mar, do sol, da lua, do vento!

 

Rosamar  Freedom                                                                                                                                                                                                                      

                                                      

                                        

                                

 

 

publicado por lybelinha às 17:14

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