Quinta-feira, 4 de Maio de 2006

Viagens da criatividade ( Pensamentos que se constróem )

 Nos dias desarrumados tenta-se arrumar os pensamentos desalinhados pela obscuridade dos dias que nascem como dádiva intocável no momento único e irrepetivel perante a única realidade empreendedora da criatividade:

- O alvorecer novo e intocável sempre pronto para ser preenchido de tudo o que se quiser. Se o descontinuo me dá diversidade na liberdade, o continuo dá-me segurança e estabilidade. Mas se obter um pouco de tudo, a porta, não da felicidade , mas de uma existência com mais sentido, abre-se de par em par para dar lugar a uma vida muito melhor e mais rica em alma.

A rotina e os seus mecanismos terminaram com a reflexão dentro da solidão que todas as pessoas devem preservar. Mas que será da Humanidade se os homens deixarem de reflectir nos seus actos e com a sua própria conduta ? Acabar-se-iam as relações humanas e tornar-nos-iamos em seres mecanizados e frios no acto e no pensamento.

É este o cerne ou âmago da criatividade, a liberdade de se estar consigo próprio e poder obter os nossos pensamentos sobretudo sem a influência dos outros, é o livre -- arbítrio ( Filosofia, poder de escolher ou não escolher um acto ou uma atitude, quando não temos razão para nos inclinarmos mais para um lado do que para outro.) que rege todas as condutas humanas. .

Por se alcançar e conseguir chegar a um patamar que se estende em toda a sua plenitude para se poder criar a coexistência do acto simples de pensar que se consegue atingir o ponto máximo e a verdadeira natureza de viajar dentro da criatividade. Que não é mais do que construir pensamentos na tábua rasa da imaginação. Sempre com o objectivo de escavar a alma, tentar entendê-la e amá-la numa coexistência pacifica com o mundo empírico ( baseado na experiência vulgar e imediata, não metódica nem racionalmente interpretada e organizada), que não acredito que me deia alma. Apenas nos ensina o conhecimento imediato do funcionamento do mundo material, mas sem se olhar para dentro de nós nunca haverá um ponto de partida, um começo, apenas uma parede estanque, inerte e intransponível.

 

 

publicado por lybelinha às 16:07

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