Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Alteridade em direcção à ipseidade ( O que faz com que um ser seja ele próprio e não outro )

  Se o bem, as boas acções se encontram a cargo, a braços de Deus, ou o que se idealiza como sendo do reino dos céus, ou seja divino, que se designam por ideais elevados e pouco inteligíveis, os quais ninguém ousa explicar. Pode-se considerar que o bem é um ideal inalcançável e que só nos resta o mal como necessidade praticável em prol de se ser algo, alguma coisa ou alguém. O que considero esta teoria bastante limitativa do que é o ser humano e daquilo que pode fazer mediante a sua vontade primordial. 

   O que faz com que eu seja eu própria, é o meu temperamento, a minha personalidade, o meu psiquismo, e acima de tudo o meu carácter. Eu cultivo em mim o bom carácter, que para além de ser um "ideal", o que eu idealizo ser como pessoa, também o tento praticar na forma de me relacionar com os outros, é um ideal praticável e possível. Essa é a minha direcção, a minha tentativa de ipseidade.     

       

publicado por lybelinha às 16:17

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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Induzida em erro

Induzida em erro, procuro a realidade

Num destino em que no seu encontro,

transformo-a em minha imaginação e verdade

 

Tento a sua inusitada imitação

Para que a sua direcção se mantenha,

com vislumbre de mistério e criação.

  

Poucas são as vezes que chego a consensos

Em detrimento de imensos caminhos cruzados

Que abrem vias de coragem, saber e até medos! 

 

Os limites que se desenham,

fazem-se e desfazem-se subtilmente...

Em que as dúvidas esclarecem o pensamento na mente!

 

Rosamar  Freedom                

                            

publicado por lybelinha às 10:57

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Domingo, 6 de Junho de 2010

Palavras - Instrumento para tudo o que se sente e se explica

Se gosto de escrever para ti

com estas e outras palavras

que discorrem em escalada

E que mergulham em distâncias

Nesse desejo que reclama o que perdi

 

Em mil significados vivem e agem

Tantas e todas as letras

Que vestem e revestem o sentir

sossegam o ser assim irrequietas

São tudo o que de melhor a vida contém!

 

Porque não se esgotam jamais

São o alimento que traduz a alma

Entorpecem-me, encorajam-me, libertam-me

Interiorizadas no dinâmico pensamento que fala.

Integram-me, soltam-se e voltam leais!

 

E nesta ambivalência ruidosa

reencontro a resposta que me abriga

Então quero acreditar que é o brilho da vida

Que resulta da solução para tudo o que se explica

Nestes pequenos desenhos ordenados de forma silenciosa. 


Rosamar  Freedom

 

 

 

 

 

 

publicado por lybelinha às 11:58

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