Sábado, 17 de Janeiro de 2009

Cultivar o saber da alma ( E só depois partir para o saber erudito )

A ordem das coisas

 

Um " clássico " ou um livro que nos possa marcar a personalidade futuramente, segundo o meu ponto de vista, só se deveria aprender ou ler quando já conhecemos o tanto valioso que possuímos no nosso saber humano da alma com todas as suas características - o nosso livro adormecido da alma - Ter acesso ao índice da nossa alma,  ou à posterior o teremos de desenvolver é o ponto de partida para não cair no erro de nos enganarmos com um dos mais terríveis enganos! Acreditar que um livro louvado por alguns e elevado ao pedestal por outros nos pode alimentar a alma sem que nos apercebamos e ter uma influência quase invisível em toda a nossa conduta pela vida fora. ( pois sem ajuizarmos em causa própria o que é uma má influência pode-se metamorfosear em boa sem que pensemos sequer nisso ).

    Primeiro acredito que o juízo de tudo é feito a partir da nossa avaliação como seres humanos e após isso irmos olhando aonde nos apraz e onde encontramos o bem para  nos podermos enriquecer na alma humana.

     Não me querendo alongar pois considero que se aprende de verdade por meio da simplicidade, de que valem muitas palavras cheias de erudição para transmitir algo que poucos entendem, se o que se quer é chegar ao coração dos homens.

      O grande desafio do nosso tempo futuro, definir o humano.  

       Se tudo se baseasse no equilíbrio das coisas, o nosso mundo seria bem melhor, porque quando imagino gráficos sobre tudo o que compõe o mundo, deparo-me com as maiores oscilações e desequilíbrio que existem na forma mais exacerbada do absurdo!  Alguns itens; Fome, distribuição da riqueza, Igualdades e direitos, Liberdade de expressão...

       Em resumo penso que não somos seres programáveis, mas sim seres que se podem educar. E uma boa educação não pode dar frutos se não nos valorizarmos a nós próprios, não há separação do ser e da educação, é algo que se constroi com a nossa participação. Por mais que se pense que não, há sempre alguma coisa dentro de nós para valorizar e para se desenvolver. 

publicado por lybelinha às 16:10

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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

Em busca da sensibilidade

 

 

Onde encontramos o sentir das coisas

no toque das pétalas das flores

No olhar do amor que chora

No adeus que tarda e demora

No arco-íris que tinge o branco em cores

No silêncio que escreve o que segredas.

 

No ritmo incessante do ciclo da natureza

no raiar do sol que desponta

No mar de emoções por descobrir

Num vale de sentimentos por repartir

No sinal de vida que se encontra

Na esperança das mãos que se tocam sem pressa...

 

Num sorriso que aquece os sentidos

no desejo que se confunde com imaginação

Nas palavras que se sentem em consolo

Nas sementes dum grande amor vivido a solo

No desatar dos nós de uma indecisão

Nos caminhos trocados de pensamentos embevecidos.

 

 


publicado por lybelinha às 19:06

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

A dádiva das palavras

  Bastaria uma palavra

  Apenas aquela, não uma outra

   Para te acender o coração!

   te proporcionar aquela emoção...

    Mas aquela que sente, não a que é mentira.

    A pura, a que junta, e não a que separa.

 

   Mas que valem meras palavras,

   dizem então com algum desdém!

    Quase me convencem, são convincentes

    Mas é que não sabem de letras inocentes

    Mas é que não soletram sílabas do bem.

    Julgam e crêem nas palavras como amarras!

 

    As palavras são tudo o que eu quiser...

    Eu escolho as palavras que são conotação,

     De tudo o que me envergonha dizer...

     Porque são sentimentos fundos a escrever!

     Entoando nas frases a voz do coração.

     Que não se fingem, têm a verdade em seu poder.     

 

Rosamar  Freedom

     

publicado por lybelinha às 18:32

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