Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

A linha do horizonte ( observação real e mística do mar )

 

 

    Em longevidade plana com as duas linhas rectas que separam o amplo areal e o mar que sem o alcance do olhar se assemelham ao mar calmo e belo que jaz numa paz quase fictícia!

   O sol que já iniciou a sua descida impera na sua vontade de se exibir e brilhar até ao seu poder máximo.

    Aquece o olhar sem combater o gélido vento que se faz sentir na pele arrepiada.

   No mar torna as ondas de uma ondulação simpaticamente a transbordar de agitação brilhante de sinal no olhar que se esvai ou se evidencia. No comando da retina do olhar os brilhantes fios de água salgada dançam e brincam sem sossego e sem limites de imaginação.

    Ao caminhar em frente pelo areal fora, vêm-se aproximar do olhar as ondas de cariz incerta e dinâmica. Na rebentação consecutiva na sua altivez e beleza que se transforma em espuma tão branca entre mil gotas teimosas e reais no olhar que não abandona o seu exercício. Enrola-se em pleno despego pelo vento que apressa a sua presença invisível mas forte e decisíva. O seu som não se confunde com nenhum outro, como quem manifesta o seu poder que pode enfeitiçar e também tirar a vida. 

    Marca a sua presença divina que se sente na sua mágica mistificação plena de mistério escondido debaixo da sua imensa superfície!   

    

    Rosamar  Freedom 

                

publicado por lybelinha às 14:22

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Satélite com vista para o oceano - Génese cientifica - I

    O pulso da vida, o coração da terra  

 

    Quantos e quantos sinais foram obtidos pela natureza e que por vários dias nos deixaram com uma grande insegurança  e principalmente com muitas dúvidas. Já não resultam as        efemérides que nos fazem recordar factos passados em determinadas datas e que nos poderiam ajudar a pensar melhor sobre determinados problemas. O que acaba por vencer é sempre uma postura egoísta que acaba por se revelar catastrófica para a qual não há retorno.

     Os dias ( um dia ) dedicados ao ambiente, as pequenas sensibilizações feitas através de informações que são ignoradas por quase todas as pessoas porque o habitual é remendar, não ter princípios básicos, atitudes e comportamentos que não prejudiquem e contribuam.

     Não chega alarmarmo-nos num dia e continuar com os mesmos comportamentos e atitudes durante o resto do ano.

     Segundo estudos comprovados 70 por cento da superfície da terra é composta  pelos vários oceanos e que a continuação da existência de vida no nosso planeta depende dos mesmos oceanos e da sua boa conservação. Foi no oceano que teve lugar a origem da vida, o primeiro organismo vivo apareceu no oceano e que deu continuação à vida no planeta Terra. As maiores criaturas existentes na terra  ( baleias ) e as mais pequenas ( bactérias e vírus ) vivem no oceano. 

     Utilizamos e confiamos no mar para as mais variadas utilizações. O mar providencia-nos comida, água, transporte, recriação, através da obtenção de minerais e energia.

     Quando as correntes do oceano se alteram causam mudanças nos padrões do clima global ( modelos do clima habituais ) que pode causar secas, inundações e tempestades.

      ´Não obstante haver já muito conhecimento, aquele que se possui sobre os oceanos é limitado. Os meios à disposição como navios costeiros e as ilhas que são locais dos quais se podem efectuar observações com o intuito de estudar pequenas partes dos oceanos. São insuficientes, pois só permitem a observação de pequenas partes do oceanos. Nesse sentido os cientistas pensaram num melhor lugar para um melhor e maior estudo dos oceanos. 

      O espaço ( vácuo situado além da atmosfera da Terra, onde se encontram os corpos celestes do Universo ) fornece esse lugar aos cientistas. Assim colocaram satélites ao redor da Terra que permitem ver, vigiar permanentemente um oceano inteiro em menos tempo que uma hora.  

      Estes satélites que  através da observação das nuvens estudam o clima ou pela observação da superfície do mar ( quando não está céu nublado )  medem a temperatura da superfície do mar, a altura das ondas e a sua direcção.Alguns satélites usam o radar para observar através das nuvens a superfície do mar.

      Do espaço também se consegue distinguir uma característica importante do oceano, a sua cor.  

publicado por lybelinha às 12:40

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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

A relação dos elementos ( representações cósmico- humanas )

 

     Como relacionar o vento ...

   Apenas espelho de um lamento!

   A chuva obliqua, curva ou horizontal... 

   Que apenas lava pensamentos è leal!

   O vento ou ventania fala ao remoinho

    A chuvinha transparente viaja no olhar do menino

 

    Quero que essa força vente nas folhas, no ar

    Que faça crescer a espuma nas ondas do mar

    Que esse ar rarefeito dê forma á chuva 

    Mova a areia a desenhar de curva em curva

    O chuvisco  de gotas límpidas e frescas

    Me dê ideias inteligentes e mestras.

 

    Se aqueça no seu consenso que venta

    Busque a companhia quentinha e sedenta

    da estrela luminosa, bela e quente 

    O ventinho frio torna-se morno e dormente...

    As gotinhas de água evaporam e desvanecem.

    Dão lugar aos raios que fazem sol e resplandecem

 

    O céu de imenso manto branco de formas,

    Enternece-se e faz-se azul em horas mornas 

    A direcção do pensamento incorpora sinais...

    Numa aragem mágica que perde horas triviais.

    Os elementos combinam-se cálidos e entrelaçados!

    A noite cai com o olhar na  lua que a acolhe nos braços

 

 


  Rosamar  Freedom


 

publicado por lybelinha às 15:55

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O palhaço chora ( porque está triste ) - Quadro

    O palhaço está pintado de uma forma muito colorida, cores diversas, garidas, num fundo igualmente colorido.Mas ao contrário do que se fazia prever, o palhaço não está alegre, não ri, não transmite alegria. O palhaço verte lágrimas e apresenta um semblante tristíssimo. Ao transmitir esta real emoção de tristeza, a arte aconteceu. Isto é arte, porque conseguiu expressar, neste caso através da pintura o que é inexprimível.

publicado por lybelinha às 15:51

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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

A profundidade segue a superficie

Tudo  o que eu disse de mim

Ou que apareceu em palavras

Não eliminou o desentendimento

Não chegou ou desatou o medo

( As palavras ) não são espelho de servidão ou escravas 

São delatoras do meu princípio, meio e fim.

 

Não são mentira , mas têm artificio

Pois são verdade e imaginação

Personalidade de essência poética

Não é inventada, é arte frenética

Sou eu em inconsciente plena ilusão

è um desenho constante do meu ser como um oficio

 

Finge, mas é verdadeiro e concreto

É armadura de ilusão que é emoção

Tem contrastes e meros encontros

É uma conjugação legendada em versos 

É um trabalho laborioso de coração

É uma imperfeição reencontrada em tudo o que é perfeito 

 

Rosamar Freedom

 

 

publicado por lybelinha às 15:15

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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Aos poucos

 

 Aos poucos descobri sem querer

 Que não continha, mesmo

O qual me extremou o medo

A linha do tempo sempre a esmorecer

 

Vivia na memória tão intemporal

Mas sem o saber, sem a falta

Só quando te olhei e vi o sinal

No teu sorriso cor de malva

 

Os fios dos tempos verbais

Não se conjugavam

Apenas só e só permaneciam,

Com modo, mas perdidos nos anais

 

Acendem-se aos poucos as alegrias

Um fio condutor nas horas

Que me acordou nas demoras

E eu sem saber que  era a luz dos dias. 

publicado por lybelinha às 20:15

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Sagacidade - Comunicações entre acasos

    Queria que as palavras se soltassem para se transformarem em vasos comunicantes, que se explicassem, que fossem tremendas , mas acima de tudo que veiculassem a comunicação no limite do entendimento. Não era fácil, os

" Feed - Backs "  sucederem em directo, de forma instantânea, havia uma sede de expressão, mas as palavras que se utilizam são como " códigos morse ", que se cingem à dependência dos códigos secretos, os quais, ignorava por vontade própria, com um desejado desinteresse de os conhecer. 

     Só o caminho  da sagaz intuição tornava perfeita a comunicação que se criava a ela própria numa animosidade selectiva e totalmente sincera e feliz.

       Nada do que comunicava era um acaso infeliz, trazia apenas inúmeros acasos plenos de felicidade e muito bem sucedidos.  

publicado por lybelinha às 18:46

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