Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Alma é profunda ( em busca do entendimento da alma ]]]

 

«  Heresia gnóstica : de Simão - o Mago que diz que nem todos temos alma. Que ela é uma pequenina chama que ao nascermos é posta dentro de nós, que nós desenvolvemos ou deixamos morrer. »

    Quando tento decifrar um pouco dos mistérios da ambiguidade da alma humana recorro à palavra poética, pois é aquela que mais se aproxima daquilo a que poderíamos chamar de tradutor da alma.

     O oficio dos poetas quer rimem ou não, quer tenham a métrica dos versos certa ou não, é a alma que se compõe do ser e do sonho , dum mundo que é verdadeiro e que vive e se entrelaça todo no sonho. É essa a personalidade poética que identifica o poeta e o situa no padrão criativo e infinito da alma. A essência da alma existe nas ideias de origem como o bem , a verdade, a justiça, o belo , o amor. Palavras de significado supremo que influenciam todo o sentir poético que se elevam no céu dos poetas num pedestal ornamentado e adorado. Sem elas a alma se sentiria despida e sem qualquer sentido, é toda a sua vida, toda a razão de existir.  

       

publicado por lybelinha às 19:08

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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Alma é profunda ( em busca do entendimento da alma ]] )

O vazio explica-se:

 

" Mas a maior parte de nós não desenvoilveu a alma  e é lá que se encontram as coisas que nos dignificam e nos podem dar razões de uma existência dignificante "

                                                                                   

publicado por lybelinha às 18:24

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Os mistérios do universo - Sirio - Cyrius

Mistura de saberes -  origem

 

Tocar-lhes a essência

Não lhes saber o funcionamento

Sentir-lhes o ritmo ou arritmia

Amar as suas sensações do momento

Saber-lhes a função e sabedoria

 

 

Conhecimento e Poesia

Deus criou o mundo na medida certa

Ou o espírito da natureza o perfazia

Raízes ocidentais numa ilha de Creta

Encantamento mítico ou profecia

 

 

Os primeiros sinais são perfeições

Não à medida do homem, sei

Deus pode ser um ente para tantas explicações?

Mas existe matemática como medida e lei

na natureza, a perfeição oferece-se em visões

 

 

Só a procura do saber liberta

E este tem que ser chama viva

Procura incessante que desperta

Da Terra se vê a estrela que mais brilha

Sírio ( Cyrius ) estrela que brilha no céu de poeta

 

 

Rosamar  Freedom  

 

 

 

 

 

 

publicado por lybelinha às 18:02

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Alma é profunda ( em busca do entendimento da alma I )

 

 

     Foi só quando reflecti e pensei na profundidade da alma ´é que tomei verdadeiro conhecimento da sua ligeireza, não obstante a sua profundidade. Encontrava-me neste paradoxo: É invisível , mas existe, reside nela todo o sentido do meu ser, mas sem eu própria saber, até hoje. É na leveza da alma e no peso do corpo que se situava toda a minha ambiguidade, tudo o que tinha a razão da minha existência era um mistério por desvendar mas que me dava de beber em alento para continuar a viver.

     Dediquei-me a ela  e perdi-me da realidade, apelei ao silêncio que me segredava sem medo todo o meu mundo por desvendar. Escutei-a, senti-a, compreendi-a, acompanhei-a, nunca a deixei só e fui feliz sem nunca me perder dela fui-lhe fiel e alcancei a felicidade quase suprema. Era a vida que eu queria ter, que eu ambicionava, eu e a minha alma sempre juntas, lado a lado.

     A alma não se traduz em actos, não se vê no comportamento, a alma é a essência do ser humano e não é por acaso que esta máxima deixa perplexo quem nunca pensou verdadeiramente na origem da alma : « Grandes ou as melhores almas são capazes de cometer os piores e inconcebíveis actos ... » . Para se entender a alma não basta analisar o comportamento, porque um comportamento não é nem nunca será o espelho da alma.

     Se eu quiser entender a alma eu tenho de saber qual a sua linguagem, como é que ela se comunica, como é que ela se faz entender, qual é o seu código, a sua forma de comunicar o seu sentir e o seu desejo.

    A alma está ligada inevitavelmente à ambiguidade humana que é enigmática e surpreendente. Não é algo que se conheça e com o qual se espera,é sempre algo inesperado e maravilhoso.            

 

 

publicado por lybelinha às 20:10

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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

O real da escrita poético - literária e a sua volátil mudança ( para que serve e qual o seu poder )

Continuação

 

    Há muito tempo que percebi que a vida não são linhas escritas, a vida é tão mais apagada e desinteressante, só se sente na luta de querer algo diferente que se encaixe em nós ou no nosso sonho. Acredito que a vida só se faz se se vive pela concretização dos nossos sonhos mesmo os mais impossíveis.

    Mas o que é que está perceptível no real das linhas que se escrevem, é isso que pretendo tornar inteligível quando escrevo. Sempre que escrevo não tenho um tema proposto com orações demasiadamente pensadas e certas, para mim escrever não é isso. É um caminhar pela intensidade da descoberta que se vai fazendo em cada instante que nasce uma frase. É uma procura exaustiva por vezes indefinida que se vai tornando visível e ganhando corpo e crescendo como se fosse amadurecendo e finalmente se tornasse em algo fundamentalmente marcante e decifrasse de modo desenvolto e brilhante a razão das coisas que são evocadas e mostradas de forma inspirada.

     Se a escrita poético - literária  decalcasse o real tal qual ele é, se fosse um cópia fiel da realidade não haveria  recriação e o seu poder cairia no fracasso que por vezes é viver e ter uma vida sem qualquer significado ou conteúdo. ( Essa função a de fornecer uma cópia fiel da realidade cabe à escrita denotativa que é utilizada pelos jornalistas ). 

    Na vida do nosso dia à dia não utilizamos linguagem literária, mas uma linguagem comum sem intenções de recriação do ser que se reduz apenas ao contexto em que ocorre. Como construir assim então um futuro sem possibilidades, sem qualquer ambiguidade, apenas relações objectivas entre emissores e receptores que se cingem e se aprisionam num contexto limitativo e real cheio de fingimento, hipocrisia e interesses.

    É esta a função da linguagem poético - literária, tentar encontrar um equilíbrio que parece quase impossível mas que cada vez mais se torna urgente. Uma razão explicativa na existência humana que nos abane na banalidade e que nos acolha num sonho que é a realidade em equilíbrio com o que nos faz felizes e substancialmente livres!         

  

publicado por lybelinha às 16:08

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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

O real da escrita poético - literária e a sua volátil mudança ( para que seve e qual o seu poder

        # Sempre em constante tentativa de perceber e encontrar respostas para o enigma humano #

     Nos dias de hoje inflamados por uma mistura estranha com condimentos dissimuladamente irreais, são dias que não se tornam, nem presente, nem passado , nem futuro. São ofuscantes porque imperam numa vontade fictícia e ao mesmo tempo irremediavelmente alojada num sonho fabricado para a vontade se desvanecer em uma realidade  Incompreensível e cruel.

publicado por lybelinha às 19:43

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